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OpenAI em negociações para contrato com a OTAN sobre redes não classificadas

OpenAI em negociações para contrato com a OTAN sobre redes não classificadas

A OpenAI está discutindo um contrato para implementar suas tecnologias de inteligência artificial nas redes não classificadas da OTAN, sem acesso a informações sigilosas, segundo reportagens da Reuters e do The Wall Street Journal, que citam fontes próximas às negociações. As conversas começaram pouco depois de um acordo com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, pelo qual a tecnologia da empresa seria implementada na rede segura do departamento. O CEO da OpenAI, Sam Altman, mencionou a possibilidade de operar em redes especiais da OTAN durante uma reunião a portas fechadas, embora um porta-voz tenha esclarecido que as discussões dizem respeito apenas a sistemas não classificados.

O acordo com o Pentágono foi firmado após o governo de Donald Trump encerrar a cooperação com a Anthropic devido a divergências: a empresa se recusou a fornecer inteligência artificial para vigilância doméstica em massa e para armas autônomas sem supervisão humana. As negociações fracassaram, e o governo dos Estados Unidos cancelou US$ 200 milhões em contratos.

A empresa de pesquisa em IA confirmou que seus sistemas não serão utilizados para vigilância doméstica de cidadãos americanos nem para atividades de inteligência semelhantes às conduzidas pela Agência de Segurança Nacional (NSA). De modo geral, a companhia está ampliando parcerias com a OTAN e com agências de defesa dos Estados Unidos, ao mesmo tempo em que estabelece limites éticos para o uso militar de sua inteligência artificial.

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